“Remembering a brave new world” no Tate Britain

Olás #quarenteners!

Vamos falar um pouco de arte? Em uma das minhas andanças – 1 hora de exercicio ao ar livre é permitido durante a quarentena, lembra? – eu passei em frente ao Tate Britain. Tinha esquecido de uma exibição que estava lá desde Outubro e foi extendida até o final de Fevereiro. Então…

A exposição a qual me refiro é a “Relembrando um admirável mundo novo” feita pela artista plástica Chila Kumari Singh Burman.

Esta instalação toda em neon, combina mitologia hindu, Bollywood, história colonial e memórias pessoais. A inspiração veio das visitas durante a infância à Blackpool – uma espécie de Las Vegas Inglesa, mas em bem menor escala! – e à van de sorvete de sua família.

A artista cobriu a fachada da Tate Britain com vinil, enfeites e luzes com imagens de Kali, a deusa hindu da libertação e do poder. Burman é celebrada por sua prática feminista radical. A exibição foi comissionada para o período de Diwali, o Festival da Luz. Festival típico que celebra novos começos, o triunfo do bem sobre o mal, da luz sobre as trevas. O objetivo é relembrar que um admirável mundo novo se inspira nas lutas e vitórias do passado para oferecer esperança de um futuro melhor.

O Tate Britain fica as margens do Rio Tâmisa e obviamente está fechado por causa da pandemia do Covid-19. Mas super vale a visita. O endereço é Millbank, Westminster, London SW1P 4RG.

Bjinhos,

Cibele

Van Gogh no Tate Britain

Olás!

Hoje venho postar uma dica cultural em Londres. O Tate Britain está com uma exibição linda do pintor holandês, Vincent Van Gogh.

Eu particularmente conheço uma meia dúzia de quadros dele, mas tenho muita curiosidade pela vida do artista – ele tem uma história um tanto quanto triste –  e fiquei animada com a idéia de aprender um pouco mais. Então, corri lá!

Eu já comentei que para mim, uma das grandes graças de morar em Londres é a oportunidade de ver e viver aquilo que aprendi na escola, pelos livros de história e geografia, pelas revistas, pela tv. Então quando oportunidades do tipo “ver os girassóis de Van Gogh” batem na porta, eu corro abrir! Continuar lendo