Cosmic Beauty – A Birchbox de Agosto

Olás!

tudo bem por aí? Por aqui a vida segue, ao poucos voltando à sua rotina “normal”. Gras a Deus, parece que estamos chegando ao fim da pior parte da pandemia. Agora vem o processo de readaptação e recuperação.

Bom, bora falar da Birchbox de agosto?! vem ver o que eu recebi esse mês.

Hola Neon, Wine me Lipstick Balm: Esse balm com tom vinho foi uma surpresa. Achei a fórmula super confortável e cor bem pigmentada para um balm – na minha cabeça ele ficaria mais transparente. Dá pra deixar a cor mais intensa, com mais camadas. Gostei e tenho usado bastante.

Naobay, Detox Energizing Facial Mist Toner: Um favorito instantâneo. Assim que borrifei esse produto no rosto, morri de amores pelo cheirinho. que delícia borrifar o rosto com esse mist. Dá um up no humor e na pele. Eu que estava trabalhando de casa no dia, em frente ao computador o dia todo, achei maravilhoso, tão maravilhoso que levei para o trabalho e deixei ele lá. O mist tem acido hialurônico, aloe vera e um mix de frutas como maçã e uva. Tem cheiro levinho e refrescante.

Eyeko, Black Magic: Cocoa Edit brown Liquid Liner: Outro produtinho de amor instantâneo. Há uns meses que eles mandaram um delineador preto da Eyeko e eu amei, esse marrom não foi diferente, apesar da fórmula ser mais líquida. Achei fácil de passar, bem pigmentado, não borrou ou manchou ao longo do dia e saiu fácil com sabonete facial. Fora que os delineadores do marca são de uma precisão absurda e super fáceis de manusear.

Luxliss, Love me Mad Miracle Leave In Treatment: Uma daquelas máscaras de cabelo milagrosas. Promete 10 benefícios: brilho, maciez, hidratação, elasticidade, reparação, desembaraça, proteção termal e UV, elimina o frizz e encorpa frios finos. Ufa! Boa. Bem cheirosa e senti que hidratou bem o meu cabelo, que está danificado por causa das luzes. Alguém me lembra por quê fui mexer na cor?!

MineTan, Coffee Scrub: um exfoliante corporal com café, óleo de macadâmia e amêndoas para energizar a pele.

beijinhos,

Cibele

Fim de semana em York

Olás #quarenteners!

tudo certo por ai? Por aqui, tudo certo, vida aos poucos voltando ao normal. Seja lá qual for o novo normal. Bora falar da viagem de fim de semana, pra York? Para comemorar meu aniversário?

A primeira vez que eu visitei York, foi no Natal de 201… não lembro. Mas foi meio que por acaso, voltando da Escócia. Paramos na cidade com a intenção de jantar e dormir por lá, pra seguir viagem no dia seguinte. Mas não tivemos sorte. Primeiro porque, sendo Natal, estava tudo esgotado – ou absurdamente caro! – segundo porque, com as chuvas fortes dos dias anteriores, a cidade estava já semi alagada. O rio que “corta” a cidade transborda com frequência e numa velocidade assustadora. Enfim, jantamos em York e saímos em busca de outro lugar pra dormir. Na manhã seguinte, em outra cidade, vimos no noticiário, o restaurante onde jantamos, com água já cobrindo as cadeiras! Mas mesmo assim, achei a cidade muito lindinha e cismei que queria voltar, de preferência, outra época do ano. 🤞🏼

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A Muralha de Londres!

Olás #quarenteners!

Espero que esteja tudo bem – na medida do possível né? – por aí. Vamos falar um pouco de história?

Londres foi fundada pelos Romanos em 43 A.C. – Ou seja, a cidade tem mais de 2 mil anos e muita história pra contar!

Inicialmente a cidade era protegida por uma grande muralha. Essa muralha cumpriu sua função por muitos séculos até se tornar obsoleta, sendo aos poucos destruída por vários fatores, em vários momentos ao longo do desenvolvimento da cidade. Algumas partes dela ainda estão em pé, preservadas pela cidade, em uma mistura linda de história e modernidade. De passado e presente, bem na nossa cara!

Foi na década de 1980, que o Museu de Londres – que ainda não visitei, mas está na lista! – montou uma rota de caminhada auto-guiada ao longo das ruínas da Muralha Romana de Londres, para os apaixonados por história. Originalmente eram 21 placas ao longo de uma rota de 2,8 km (1,75 mi). Algumas dessas placas se perderam – a gente vai descobrir o porquê ao longo da caminhada – e hoje restam pouco mais de 11 delas.  Então, pra quem tem interesse em fazer essa caminhada, é praticamente indispensável ter uma rota “em mãos”. 

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